domingo, 29 de junho de 2008

Carinhos sem ter fim

Parece que o assunto é clichê, falar de afeto ou demonstração dele na educação infantil. Mas para quem fala deste lugar inevitável é falar da enxurrada de afeto cotidiana... Mas este texto não é para falar das flores, mas de espinhos espinhudos que me agridem vez ou outra, quando vejo um adulto educador usar de seu tamanho, de sua força, de presença e "autorização ou autoridade" de adulto e agredir uma criança. Seja negligenciando-a, seja fechando os olhos à ela, seja ferindo-as com palavras ou contatos ásperos... Situações como essas acontecem diariamente e às vezes nossos olhos cansados e apressados não vêem. Eu vi e me incomodei. Poderia ter feito mais. Com aqueles que vivem a me acariciar, dizer que me amam e por quem sou responsável, eu devo mais...